terça-feira, 6 de julho de 2010

Infla! Infla! Infla!

São 40 anos sem chegar aqui, e por isso entro em campo para fazer o meu povo sorrir. Num mundo globalizado, com certeza já descobriram minhas virtudes e defeitos. Mas jamais poderão escanear mentes e corações. São muitas dificuldades, desfalques, e ainda por cima o favoritismo é deles. Mas não tenho temores, pois a república do oriente incorporou. A Holanda que vamos enfrentar não é a mesma do passado, essa incorpora a mecânica e deixa a laranja de lado.

A batalha começa com o tocar dos hinos. Encaixo minha estratégia, contudo no primeiro vacilo, um cruzado de esquerda me faz cair. Mas levanto, me acerto, domino e encaixo um direto. No primeiro assalto término por cima. Desculpe-me se não me apresentei, eu sou o branco, o sol e o azul-celeste do céu indivisível.

O espetáculo está sob o meu domínio. Parti para cima, ameacei, mas no momento que mais acreditei, sofri o revés e a vitória quase se perdeu. Quase porque ainda golpeei o adversário mais uma vez. Os Holandeses acusaram o golpe e por isso clamavam pelo fim. O juiz apita, a Holanda vence, mas não convence. Hoje a raça não bastou, mas o objetivo foi alcançado. Mobilização, identidade, orgulho, força, renascimento. Incha Uruguai!



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