segunda-feira, 25 de julho de 2011

Pulando amarelinha, Vascão chega ao G-4


Após divulgar campanha para venda de um relógio oficial. O Vasco foi a Minas enfrentar o Atlético-MG. O relógio faz alusão ao ano de 1923, época em que o clube foi pioneiro na luta contra a discriminação racial no país. No entanto, a peça custa R$ 950, logo, discrimina boa parte da torcida vascaína.

A bola rolou no Ipatingão, com 16 mil pessoas apoiando o doido Galo, mesmo assim, o Mineirão é uma falta clara. Aquele gigante envergando preto e branco é incomensurável. Correndo contra o tempo, a equipe de São Januário busca o G-4, enquanto isso, o Atlético visa escapar da zona de perigo. Quê Deus nos ajude, até porque, vamos seguir as orientações do professor, e fazer de tudo para sair com os 3 pontos.
Os protagonistas do espetáculo se chocam num duelo sincronizado. Sendo assim, a defesa se liga ao meio e o mesmo vale para o ataque. Mas, o Vasco pula no meio dos zagueiros e abre o placar. Em vista disso, só restava ao Galo engolir o nervosismo e reagir para virar. E foi o que ele fez, logo, saiu livre na cara do gol e tocou por baixo, na saída do goleiro.

Dê tempo ao tempo e veja o que ele pode fazer por você. A última frase poderia consolar a equipe cruz-maltina, logo, após, o erro na 1º cobrança de pênalti. Tudo levava a crer, que o Vascão teria outra oportunidade. Todavia, com a 2º pior punição que existe no futebol. Um pênalti aos 45 minutos do 2º tempo. A pior punição é fazer um gol aos 45 minutos do 2º tempo e o juiz anular. Pois bem, o Vasco converteu e o Atlético-MG impotente, nada pôde fazer. Agora, as prioridades já estão voltadas para novos horizontes. Visto que: “O tempo não para, não para, não, não para”.

Imagem: Terra.com.br

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